Brincar junto: o jogo que vira encontro

Família Para pais e cuidadores

Brincar é a linguagem natural da infância. Para crianças autistas e atípicas, porém, brincar junto com outra pessoa exige habilidades que nem sempre estão desenvolvidas: olhar para o rosto do outro, esperar a vez, imitar um gesto, dividir a atenção.

O ELO transforma o celular em um parceiro de brincadeira que a criança entende — e depois convida a família a entrar na brincadeira também.

No jogo "Minha vez, sua vez", a criança e o dinossauro constroem uma torre juntos. Cada um na sua vez. Se a criança tenta furar a vez, o app responde com gentileza: "espere sua vez". A missão-ponte do dia é construir uma torre de copos com o pai ou a mãe depois do jogo.

Brincar junto não é só aprender a esperar. É descobrir que o outro é interessante — e que a brincadeira fica melhor quando tem alguém do lado.

Referências públicasFundação Maria Cecilia Souto — a importância do brincar no desenvolvimento infantil; UNESCO — brincadeira como direito da criança.
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